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Terminal Guadalupe(PR)
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Bild von Casa Fora do Eixo (MT)
O FUTURO DO ROCK NACIONAL – parte 1

Marcelo Costa*

O rock nacional está esperando faz tempo por uma banda como o Terminal Guadalupe. Adaptado ao tempo presente, Jon Landau talvez se sentisse orgulhoso se soubesse que sua famosa frase “eu vi o futuro do rock’n'roll” ainda pode definir um artista popular que busca espaço na mídia enquanto compõe grandes canções no anonimato independente. A espera, no entanto, está chegando ao fim. E o futuro está cada vez mais próximo. “A Marcha dos Invisíveis”, do Terminal Guadalupe, é o álbum certo na hora certa.

Radicado em Curitiba (PR), dentro de uma cena musical agitada por várias raízes sonoras, o TG está lapidando seu repertório de canções desde 2003, quando o vocalista Dary Jr. lançou o CD “Burocracia Romântica”, trilha sonora de um curta-metragem homônimo. Na seqüência, vieram a coletânea “Girassóis Clonados" (2004) e o premiado “Vc Vai Perder o Chão” (2005), álbum em que a banda teve sua formação definida: Dary Jr. (voz e letras), Allan Yokohama (guitarra e voz), Fabiano Ferronato (bateria) e Rubens K (baixo).

Ajustado musicalmente como um quarteto, o TG passou 2005 e 2006 tocando pelo Brasil – de Florianópolis para Corumbá, de Londrina a Maringá, de Araraquara para Brasília, com escala no Rio de Janeiro para receber um prêmio dos leitores de uma revista – e preparando o repertório de “A Marcha dos Invisíveis”, quarto álbum da banda, e que tem tudo para ser o primeiro.

Lançados de forma independente, os três anteriores conseguiram o respeito da imprensa (a Folha de S. Paulo, a revista Bizz e os críticos/escritores Arthur Dapieve e Tárik de Souza já renderam elogios ao grupo), conquistar fãs (que elegeram “Vc Vai Perder o Chão” como o Melhor Disco Independente de 2005, em votação da revista Laboratório Pop), azeitar a formação da banda e ganhar um novo integrante, o guitarrista Lucas Borba, músico integrado após a gravação de "A Marcha dos Invisíveis".

O futuro chegou, e o rock nacional nunca se aproximou tanto da qualidade musical e temática de sua banda mais famosa, a Legião Urbana, como o Terminal Guadalupe se aproxima com este brilhante “A Marcha dos Invisíveis”. A comparação é muito mais teórica do que prática, buscando relação na combinação das temáticas analisadas de forma inteligente com um instrumental coeso, que buscou referências no rock nacional dos anos 80 e atravessou a tempestade de barulho que foi o rock mundial na década de 90. O resultado é definido pela própria banda como pop de garagem: tem melodia, mas nem sempre refrão; tem microfonia, mas sem ser gratuita; tem guitarra distorcida, mas não o tempo todo.

Marcelo Costa é editor do Portal IG, onde mantém a coluna Revoluttion, e do site de cultura pop Scream & Yell.

Köki Terminal pláza: áll az épület
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Bild von pprobesz
Hétvégén elmentünk Soma fiammal építkezést nézni. Kb. fél óra alatt jártuk körbe a Kökin lévő új pláza épületét (Terminal lesz a neve, ha jól emlékszem). Igaz, közben megálltunk fánkot venni, aztán megenni, utána megnézni hogyan bontják az egyik darut.
Az épület gyakorlatilag készen van, már a belső munkák jönnek.

Terminal and parking
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Bild von rednivaram
View of the airport terminal from the bus stand. Only BIAL knows the logic of making bus passengers cross about 100-150 meters of multiple lanes of road, on which cars whizz past at 50 km/hr or more. Also, god help the passengers if it is raining to get across without getting drenched … BTW, I did not see any trolleys being made available for alighting passengers… are we all expected to travel light? Maybe we should take the bus, only if we are traveling light!

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